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“Marcos Sacramento leva seu canto a sério – por isso mesmo dosa sua técnica com malícia. Faz o mesmo como compositor, (…) em canções plenas de lirismo malandro (…)”

Leonardo Lichote, Jornal O Globo, maio de 2015.

“Sacramento tem o talento de um cantor que vai às notas como o faminto avança sobre um prato de comida”

Aquiles Rique Reis (MPB4), abril de 2015.

Não sei se é a voz que traz pela mão o carisma ou se é o carisma que traz pela mão a voz... mas o resultado é certo: Marcos é foda!”

Stefano Bollani, abril de 2015.

“More than fifty years after Orlando Silva, there’s another perfect voice in Brazil, and more specifically in Rio, for Marcos Sacramento is a consummate carioca. Like Orlando Silva, Sacramento possesses a clear, beautiful tenor voice that never errs, high or low. It is a voice of thousand nuances, at once cool and warm, seductive and swinging, relaxed and precise, mellifluous and meticulous. A voice that captivates and entraps and commands a permanent place in your head, heart, and musical universe.”

Daniella Thompson, pesquisadora Americana de música brasileira, fevereiro de 1999.

“Não há nada que ele não possa cantar. Seu domínio é absoluto quando solta a voz e, se quiser, se adianta e se atrasa, faz recitativo ou breque, muda de tom no meio de uma palavra e aterrissa com perfeição na ultima silaba, tudo isto com o maior balanço. Não é apenas um sambista perfeito, mas um cantor completo. (...) Não há muita gente por aí capaz dessas proezas”.

Ruy Castro, outubro de 2004.

“(...) saudei meu encontro com Marcos como o renascimento de um valor que andava raro em nossa música popular, desde que, a partir da década de 60, os compositores resolveram cantar suas músicas: o do cantor, cantor-cantor, cantor mesmo.”

Sérgio Cabral, Revista Veja, julho de 1995.